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	<title>Luiz Herman</title>
	<link>http://luizherman.my1blog.com</link>
	<description>Orgulho de ser Nordestino, Recifense, Pernambucano</description>
	<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 06:25:25 +0000</pubDate>
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		<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 06:25:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Sport Club do Recife
36 vezes Campe&#227;o - pernambucano
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			<content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://luizherman.my1blog.com/files/2008/09/sport.png" alt="Sport" width="73" height="79" /></div>
<div>Sport Club do Recife</div>
<div>36 vezes Campe&atilde;o - pernambucano</div>
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		<title>A CULINÁRIA É UMA ATRAÇÃO DE PERNAMBUCO</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 07:27:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luizherman</dc:creator>
		
	<category>Noticias</category>
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		<description><![CDATA[Terceiro P&#243;lo Gastron&#244;mico do Brasil, em Pernambuco se pode provar da mais deliciosa comida caseira ao mais sofisticado prato da culin&#225;ria internacional. Mas &#233; na culin&#225;ria tipicamente pernambucana que &#233; poss&#237;vel perceber a influ&#234;ncia do negro, do &#237;ndio e do europeu. Uma culin&#225;ria criada nas aldeias ind&#237;genas, na casa grande e na senzala, nas cozinhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Terceiro P&oacute;lo Gastron&ocirc;mico do Brasil, em Pernambuco se pode provar da mais deliciosa comida caseira ao mais sofisticado prato da culin&aacute;ria internacional. Mas &eacute; na culin&aacute;ria tipicamente pernambucana que &eacute; poss&iacute;vel perceber a influ&ecirc;ncia do negro, do &iacute;ndio e do europeu. Uma culin&aacute;ria criada nas aldeias ind&iacute;genas, na casa grande e na senzala, nas cozinhas dos mosteiros, e na beira da praia.</p>
<p>No litoral imperam os frutos do mar: lagosta, camar&atilde;o, peixes, mariscos, caranguejos, guaiamum, polvo, ostra.</p>
<p>&nbsp;Em todo Estado &eacute; poss&iacute;vel provar pratos t&iacute;picos: galinha de cabidela, carne-de-sol, chambaril, m&atilde;o-de-vaca, bode e porco guisado ou assado, cozido pernambucano, arrumadinho, feijoada pernambucana, lingui&ccedil;a sertaneja, sarapatel, rabada, buchada.</p>
<p><strong>Sobremesas:</strong> queijo de coalho assado com mel de engenho, cartola (banana frita com queijo manteiga), Romeu e Julieta (doce de goiaba em corte com queijo), filh&oacute;s, baba-de-mo&ccedil;a, pudim de p&atilde;o, cocada, rapadura, nego-bom, puxa-puxa, fios de ovos, quindins. E mais sorvetes, doces e compotas de frutas regionais: coco, manga, sapoti, abacate, caju, banana, pinha, goiaba, caj&aacute;, umbu, pitanga, umbucaj&aacute;, ara&ccedil;&aacute;, abacaxi, mangaba, jaca, laranja, graviola, acerola, jabuticaba, tamarindo, jambo.</p>
<p>O sabor pernambucano tamb&eacute;m se revela nas ceias e caf&eacute;s: cuscuz de milho ou de mandioca, inhame e macaxeira com carne de sol ou charque, tapiocas quentinhas ou ao molho de coco, queijo de coalho ou manteiga, batata doce, banana comprida, munguz&aacute;, fruta &ndash; p&atilde;o, arroz doce, xer&eacute;m, manu&ecirc;, angu, coalhada, broa, canjica, pamonha.</p>
<p><strong>Bolos</strong>: Souza Le&atilde;o, de bacia, p&eacute;-de-moleque, de macaxeira, de rolo, de milho, de mandioca e engorda marido.</p>
<p>Para abrir o apetite, acompanhar a refei&ccedil;&atilde;o ou ajudar a digest&atilde;o, nada melhor que nossas bebidas: sucos e refrescos de frutas regionais, &aacute;gua de coco verde, caldo de cana, raspa-raspa (gelo raspado com mel de frutas), bate-bate de maracuj&aacute; (cacha&ccedil;a com mel de abelha e suco da fruta), batida (cacha&ccedil;a, a&ccedil;&uacute;car e frutas regionais), cachimbo (cacha&ccedil;a com mel de abelha &ndash; usado nas festas de confraterniza&ccedil;&atilde;o pelo nascimento de filhos), licores de frutas regionais ou de flores.</p>
<p>&nbsp;Comida &eacute; para acompanhar a bebida &eacute; s&oacute; escolher o tira gosto: agulha frita, caldinho (de feij&atilde;o, de peixe, de marisco, de ostra, de camar&atilde;o), tripa de porco assada, buchadinha, camar&atilde;o frito, marisco, ostra, queijo de coalho assado, casquinho de siri, patola de caranguejo, arrumadinho, guaiamum, siri-mole, mi&uacute;do de galinha, pitu, codorna e caju (para acompanhar a cacha&ccedil;a).</p>
<p><strong><font color="#ff0000">BEBIDAS </font></strong></p>
<p><em><font color="#3300ff">Bate-Bate</font></em></p>
<p>O bate-bate consiste numa bebida feita com cacha&ccedil;a, mel de abelha e suco de maracuj&aacute;.</p>
<p><em>Licores </em>Os licores artesanais s&atilde;o facilmente encontrados e bastante apreciados na regi&atilde;o. Sua composi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, de sabor suave, consiste em cacha&ccedil;a ou &aacute;lcool, a&ccedil;&uacute;car ou mel em infus&atilde;o por v&aacute;rios dias com o ingrediente principal, que pode ser frutas regionais, rosas, canela, leite, ovo, caf&eacute;, aniz, cenoura, erva doce.</p>
<p><strong><font color="#ff0000">BOLOS </font></strong></p>
<p>Bolo de Macaxeira</p>
<p>Bolo preparado com macaxeira ralada, leite de coco, ovos, manteiga e a&ccedil;&uacute;car. Assa-se no forno.</p>
<p><em><font color="#3300ff">Bolo de Mandioca</font></em></p>
<p>Bolo preparado com massa de mandioca, leite de coco, ovos, manteiga, e a&ccedil;&uacute;car. &Eacute; assado no forno e servido com caf&eacute;. Em alguma cidade do interior recebe a denomina&ccedil;&atilde;o de &quot;bolo fub&aacute;&quot;.</p>
<p><em><font color="#3300ff">Bolo de Rolo</font></em></p>
<p>Bolo preparado com uma massa de espessura fin&iacute;ssima de p&atilde;o-de-l&oacute;, recheado com goiabada derretida e enrolada em forma de rocambole, polvilhado com a&ccedil;&uacute;car.</p>
<p><font color="#3300ff"><em>Bolo P&eacute; de Moleque</em></font></p>
<p>&nbsp;Bolo t&iacute;pico do ciclo junino pernambucano. &Eacute; preparado com massa de mandioca, a&ccedil;&uacute;car, leite de coco, ovos, manteiga, castanhas de caju mo&iacute;das, erva-doce e cravo. &Eacute; decorado com castanhas inteiras e assado no forno.</p>
<p>&nbsp;<em><font color="#3300ff">Bolo Souza Le&atilde;o</font></em></p>
<p>&Eacute; um dos mais tradicionais bolos da culin&aacute;ria pernambucana. A sua receita foi passada pela fam&iacute;lia Souza Le&atilde;o, da&iacute; a sua denomina&ccedil;&atilde;o. De consist&ecirc;ncia cremosa, esse bolo &eacute; preparado com massa de mandioca, calda quente de a&ccedil;&uacute;car, ovos e manteiga. &Eacute; facilmente encontrado em do&ccedil;arias, lanchonetes, e restaurantes.</p>
<p>&nbsp;<strong><font color="#ff0000">CEIAS E CAF&Eacute;S</font></strong></p>
<p><em><font color="#3300ff">&nbsp;Canjica</font></em></p>
<p>&Eacute; um dos pratos t&iacute;picos do ciclo junino. De consist&ecirc;ncia cremosa, a canjica &eacute; preparada com milho verde ralado, a&ccedil;&uacute;car e leite de coco. &Eacute; servida polvilhada com canela. &Eacute; conhecida no Sul do Pa&iacute;s como curau.</p>
<p><em><font color="#3300ff">Cuscuz</font></em></p>
<p>&nbsp;&Eacute; um dos mais t&iacute;picos pratos da gastronomia regional. Consiste em farinha de milho ou fub&aacute;, umedecida em &aacute;gua, temperada com sal e cozida no vapor em cuscuzeira (panela pr&oacute;pria para fazer o prato). &Eacute; servido quente, com leite de vaca ou de coco, manteiga, queijo ou ovo. Pode ainda, ser servido doce, ensopado com leite de coco e temperado com a&ccedil;&uacute;car. O cuscuz, pode tamb&eacute;m ser preparado com a massa de mandioca (fub&aacute;).</p>
<p><em><font color="#3300ff">Munguz&aacute;</font></em></p>
<p>&nbsp;T&iacute;pico do ciclo junino, o munguz&aacute; &eacute; preparado com o milho pr&oacute;prio de munguz&aacute;, cozido com &aacute;gua e temperado com leite de coco, a&ccedil;&uacute;car, cravo e erva-doce. &Eacute; servido quente polvilhado com canela.</p>
<p><em><font color="#3300ff">Pamonha</font></em></p>
<p>&nbsp;A pamonha &eacute; comida t&iacute;pica do ciclo junino. &Eacute; preparada com milho verde ralado, temperado com a&ccedil;&uacute;car, leite de coco, e colocadas em saquinhos feitos com a palha do milho verde e cozinhada em &aacute;gua fervendo. No sert&atilde;o, a pamonha, &eacute; tamb&eacute;m, servida salgada acompanhando galinha de capoeira guizada ou &agrave; cabidela.</p>
<p><em><font color="#3300ff">&nbsp;Tapioca</font></em></p>
<p>&nbsp;Esp&eacute;cie de beiju feito com goma de mandioca umedecida e temperada com sal. &Eacute; assada, sem gordura, em pequenas frigideiras redondas de ferro ou alum&iacute;nio, com recheio de coco ralado, queijo coalho ou simplesmente manteiga. As tapioqueiras, com seus fogareiros, s&atilde;o facilmente encontradas em mercados, feiras, principais ruas e pontos tur&iacute;sticos das cidades pernambucanas. &Eacute; servida quente como lanche, petisco, no caf&eacute; da manh&atilde; ou ceias regionais. Existe tamb&eacute;m a tapioca molhada, umedecida com leite de coco misturado com a&ccedil;&uacute;car.</p>
<p><strong><font color="#ff0000">&nbsp;FRUTOS-DO-MAR</font></strong></p>
<p><em><font color="#3300ff">Aratuzada</font></em></p>
<p>&nbsp;A aratuzada consiste em aratus cozidos em molho preparado com leite de coco, azeite, temperos verdes e legumes. &Eacute; servido acompanhado de arroz branco e pir&atilde;o feito do caldo.</p>
<p><em><font color="#3300ff">&nbsp;Bob&oacute; de Camar&atilde;o</font></em></p>
<p>Prato de consist&ecirc;ncia cremosa, feito com camar&otilde;es refogados em temperos verdes, misturados no pur&ecirc; de macaxeira (aipim) e mais azeite de dend&ecirc;, gengibre e camar&otilde;es secos. &Eacute; servido acompanhado de arroz branco.</p>
<p><em><font color="#3300ff">Caldeirada </font></em></p>
<p>A caldeirada &eacute; um cozido feito com peixe, lagosta, camar&atilde;o, ostra, sururu, marisco e polvo, refogado com azeite, temperos verdes e leite de coco. &Eacute; servido acompanhado de arroz e pir&atilde;o feito do caldo.</p>
<p><em><font color="#3300ff">Camar&atilde;o </font></em></p>
<p>Preparado ao molho de coco, de tomate, fritos ou grelhados. Caranguejada A caranquejada, consiste em caranguejos cozidos em molho preparado com leite de coco, azeite e temperos verdes. &Eacute; servido acompanhado de arroz branco e pir&atilde;o feito do caldo..</p>
<p><em><font color="#3300ff">Fritada de Aratu</font></em></p>
<p>&Eacute; composta do aratu refogado no azeite de oliva, cebola, cheiro verde, leite de coco e misturada com ovos batidos. &Eacute; adornada com rodelas de tomate, cebola, azeitonas e levada ao forno ou frigideira para assar. &Eacute; servida quente, acompanhada de arroz branco.</p>
<p><em><font color="#3300ff">Guaiamum / Caranguejo</font></em></p>
<p>Guaiamum ou carangueijo cozido inteiro (no casco) em &aacute;gua e sal, ou temperado com cheiro verde e leite de coco. &Eacute; servido quente, acompanhado de uma pequena t&aacute;bua e martelinho para quebrar as patas maiores. &Eacute; facilmente encontrado em bares e restaurantes populares do litoral pernambucano.</p>
<p><em><font color="#3300ff">&nbsp;Lagosta</font></em></p>
<p>Em Pernambuco, a lagosta &eacute; preparada de v&aacute;rias maneiras: ao molho de coco; grelhada com molho de manteiga, ao thermidor (no pr&oacute;prio casco), no espeto; em forma de moquecas, com azeite de oliva ou de dend&ecirc;; empanadas etc. &Eacute; facilmente encontrada em bares e restaurantes.</p>
<p><font color="#3300ff"><em>Marisco de C&ocirc;co</em></font></p>
<p>&nbsp;O marisco cozido em molho feito com leite de coco, azeite e temperos verdes. &Eacute; facilmente encontrado em bares e restaurantes da orla mar&iacute;tima. &Eacute; servido acompanhado de arroz branco ou como petisco.</p>
<p><font color="#3300ff"><em>Moqueca de Polvo</em></font></p>
<p>Consiste no polvo cozido em refogado preparado com azeite de oliva, temperos verdes, leite de coco, pimenta e azeite de dend&ecirc;. Geralmente &eacute; servido em panela de barro, acompanhado de arroz branco.</p>
<p><em><font color="#3300ff">&nbsp;Ostra Crua</font></em></p>
<p>ao natural, comida apenas com azeite, sal e lim&atilde;o. &Eacute; servida como petisco em bares e na beira mar</p>
<p><em><font color="#3300ff">Peixada Pernambucana</font></em></p>
<p>&nbsp;Peixe cozido com legumes e servido com pir&atilde;o de farinha de mandioca, feito do molho do cozimento.</p>
<p><em><font color="#3300ff">Sururu de c&ocirc;co</font></em></p>
<p>Sururu cozido em molho feito com leite de coco, azeite e temperos verdes. &Eacute; facilmente encontrado em bares e restaurantes da orla mar&iacute;tima. &Eacute; servido acompanhado de arroz branco ou como petisco.</p>
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		<item>
		<title>PERNAMBUCO - Quem deu nome a Ruas e Avenidas?</title>
		<link>http://luizherman.my1blog.com/2008/07/23/pernambuco-quem-deu-nome-a-ruas-e-avenidas/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 06:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luizherman</dc:creator>
		
	<category>Noticias</category>
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		<description><![CDATA[
* Agamenon Magalh&#227;es
 Pol&#237;tico, Agamenon S&#233;rgio de Godoy Magalh&#227;es nasceu a 05 de novembro de 1894, na cidade de Serra Talhada, sert&#227;o de Pernambuco. Filho do bacharel S&#233;rgio Nunes de Magalh&#227;es e de Ant&#244;nia de Godoy Magalh&#227;es, ingressou, em 1912,na Faculdade de Direito do Recife, onde concluiu o curso de Ci&#234;ncias pol&#237;ticas e Sociais. 
Foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>
<p><font face="Arial"><font size="3">* <u>Agamenon Magalh&atilde;es</u></font></font></p>
<p> </strong><font face="Arial"><font size="3">Pol&iacute;tico, Agamenon S&eacute;rgio de Godoy Magalh&atilde;es nasceu a 05 de novembro de 1894, na cidade de Serra Talhada, sert&atilde;o de Pernambuco. Filho do bacharel S&eacute;rgio Nunes de Magalh&atilde;es e de Ant&ocirc;nia de Godoy Magalh&atilde;es, ingressou, em 1912,na Faculdade de Direito do Recife, onde concluiu o curso de Ci&ecirc;ncias pol&iacute;ticas e Sociais. </font></font><font face="Arial">
<p><font size="3">Foi redator do jornal &quot;A Prov&iacute;ncia&quot; e deputado estadual em 1918. Eleito deputado Constituinte em 1932, professor da Faculdade de Direito do recife em 1934, onde s&oacute; chegou a dar uma aula: convidado pelo presidente Get&uacute;lio Vargas, vai ser Ministro do Trabalho. Em 1937 &eacute; nomeado por Get&uacute;lio interventor federal em Pernambuco, cargo que s&oacute; deixaria em 1945, para tornar-se Ministro da Justi&ccedil;a, de Vargas. </font></p>
<p><font size="3">Foi autor da primeira lei brasileira de orienta&ccedil;&atilde;o anti-truste, celebrizada como a Lei Malaia, assinada por Vargas a 22 de junho de 1945 e que dava poderes ao governo para expropriar qualquer organiza&ccedil;&atilde;o, vinculada aos trustes e cart&eacute;is, cujos neg&oacute;cios lesassem o interesse nacional - depois que assinou o decreto-lei, Get&uacute;lio Vargas n&atilde;o permaneceu mais cinco meses no poder, caiu deposto por um golpe militar. </font></p>
<p><font size="3">Em 1946, Agamenon volta ao Congresso como deputado Constituinte, dali saindo em 1950 para ser governador de Pernambuco, eleito pelo povo. Na madrugada de 24 de agosto de 1952, morre, no Recife, v&iacute;tima de enfarte do mioc&aacute;rdio.</font></p>
<p> </font><strong><u><font face="Arial">
<p><font size="3">* Antonio Falc&atilde;o</font></p>
<p> </font></u></strong><font face="Arial">
<p><font size="3">Jornalista, nasceu a 10-05-1798, no Recife. Em 1823 foi professor do Trem Nacional (Arsenal de Guerra) e, no ano seguinte, foi diretor da Tipografia Nacional. Colaborou com a Confedera&ccedil;&atilde;o do Equador e, por isso, foi preso e processado. </font></p>
<p><font size="3">Em liberdade, em 1829 novamente se envolve em movimentos pol&iacute;ticos e volta &agrave; pris&atilde;o, onde permaneceria por 14 meses. </font></p>
<p><font size="3">Libertado, deixa o Recife e segue para a Europa, retornando, em seguida, ao Brasil, exatamente Rio de Janeiro, onde monta uma tipografia. Retorna ao Recife, monta uma nova tipografia e, em 1825, funda o Di&aacute;rio de Pernambuco. Em 1834, &eacute; nomeado oficial da Secretaria de Governo de Pernambuco. </font></p>
<p><font size="3">Foi, tamb&eacute;m, secret&aacute;rio da prov&iacute;ncia de Sergipe; administrador da Gazeta Oficial (RJ); diretor da Casa de Corre&ccedil;&atilde;o da C&ocirc;rte do Imp&eacute;rio (1849); c&ocirc;nsul-geral do Imp&eacute;rio nos Estados Unidos (1852); oficial de gabinete do governo da prov&iacute;ncia do Rio Grande do Sul (1865) e redator do Di&aacute;rio Oficial, no Rio de Janeiro, onde morreu, pobre, a 09-12-1878.</font></p>
<p> </font><strong><u><font face="Arial">
<p><font size="3">* Bernardo Vieira de Melo</font></p>
<p> </font></u></strong><font face="Arial">
<p><font size="3">Senhor de engenho em militar, nasceu em Muribeca, na segunda metade do S&eacute;culo XVII. Comandou uma das expedi&ccedil;&otilde;es no ataque final ao Quilombo dos Palmares e, como pr&ecirc;mio, foi nomeado governador e capit&atilde;o-mor da capitania do Rio Grande do Norte (1695). </font></p>
<p><font size="3">Retornou a Pernambuco em 1710 e foi nomeado comandante do ter&ccedil;o de linha do Recife. Quando eclodiu a Guerra dos Mascates em 1710, envolveu-se no conflito e rumou para Olinda (ent&atilde;o capital da prov&iacute;ncia), onde participou dos movimentos que culminaram com a fuga (para a Bahia) do governador Sebasti&atilde;o de Castro e Caldas e a posse do bispo Dom Manuel &Aacute;lvares da Costa.</font></p>
<p><font size="3">Em seguida, o bispo &eacute; deposto do cargo e Bernardo Vieira de Melo &eacute; preso. Em 1711, chega a Pernambuco o novo governador, F&eacute;lix Jos&eacute; Machado de Mendon&ccedil;a E&ccedil;a Castro e Vasconcelos, e este exige que Dom Manuel seja reconduzido ao cargo, para dele receb&ecirc;-lo, ocasi&atilde;o em que Bernardo Vieira &eacute; libertado e se refugia nos Palmares. </font></p>
<p><font size="3">Em 1712, Bernardo Vieira &eacute; condenado &agrave; pris&atilde;o, entrega-se e &eacute; conduzido ao Recife. Em seguida, com seu filho Andr&eacute; Vieira de Melo e mais nove companheiros derrotados na Guerra dos Mascates, &eacute; remetido para Lisboa onde morreria.</font></p>
<p> </font><u><font face="Arial">
<p><font size="3">* Carlos de Lima Cavalcante</font></p>
<p> </font></u><font face="Arial" size="3">
<p>Usineiro e pol&iacute;tico, fundou no Recife, em 1927, o jornal Di&aacute;rio da Manh&atilde;. Foi deputado estadual, eleito na chapa Paz e Conc&oacute;rdia, do governador Jos&eacute; Bezerra. Entre 1930 e 1935, governou o Estado como interventor. De 1935 a 1937, foi governador de Pernambuco, eleito pela Assembl&eacute;ia Legislativa.</p>
<p> </font><strong><u><font face="Arial">
<p><font size="3">* Cleto Campelo</font></p>
<p> </font></u></strong><font face="Arial">
<p><font size="3">Militar, Cleto da Costa Campelo Filho chegou ao Recife no in&iacute;cio de 1926, transferido do Rio de Janeiro onde servia. Veio com um plano secreto de &quot;levantar parte do ex&eacute;rcito pernambucano e juntar-se &agrave; Coluna Prestes&quot; que, no dia 02 de fevereiro daquele ano, chegara ao Estado, entrando pelo Vale do Paje&uacute;. A insurrei&ccedil;&atilde;o idealizada pelo jovem tenente teve in&iacute;cio a 17/02/1926 e duraria muito pouco: apenas um dia. O plano foi descoberto, alguns conspiradores foram presos, mas Cleto Campelo conseguiu fugir, seguindo direto para a cidade de Jaboat&atilde;o. </font></p>
<p><font size="3">Em Jaboat&atilde;o, Cleto Campelo e mais 25 companheiros tomaram a cadeia p&uacute;blica, libertaram os prisioneiros, prenderam os policiais que estavam de servi&ccedil;o, apossaram-se de armas e muni&ccedil;&otilde;es e cortaram a linha telef&ocirc;nica com o Recife. Em seguida, saquearam algumas casas comerciais, tomaram a oficina da Rede Ferrovi&aacute;ria, apossaram-se de um trem e iniciaram uma viagem com destino &agrave;s margens do Rio S&atilde;o Francisco, para onde seguira parte da Coluna Prestes. A primeira parada foi em Tapera e, ao chegar em Vit&oacute;ria de Santo Ant&atilde;o, onde almo&ccedil;aram, o trem j&aacute; levava 80 revoltosos.</font></p>
<p><font size="3">Na parada seguinte, em Gravat&aacute;, ocorreria a primeira trag&eacute;dia: ao descerem do trem, os revolucion&aacute;rios foram surpreendidos com rajadas de balas, disparadas por tropas legalistas que, entrincheiradas, aguardavam a chegada dos rebeldes. Era o dia 18/02/1926 e o primeiro a cair morto foi o comandante Cleto Campelo. Naquele momento, o p&acirc;nico tomou conta da tropa, muitos revoltosos desistiram da empreitada e fugiram. A muito custo, o tenente Valdemar Lima acalmou os rebeldes, assumiu o comando do movimento e convenceu parte do grupo a seguir em frente.</font></p>
<p><font size="3">Mas, a viagem n&atilde;o iria muito longe. </font></p>
<p><font size="3">Antes de chegar a Caruaru, exatamente no povoado chamado Gon&ccedil;alves Ferreira, uma sabotagem na estrada de ferro fez o trem descarrilar. Sem condi&ccedil;&otilde;es de seguir adiante, o tenente Valdemar Lima desistiu do movimento, alguns revoltosos fugiram mata adentro e, com pouco mais de 20 homens, o comandante rumou, a cavalo, para o munic&iacute;pio de Vertentes, de onde pretendiam fugir para o vizinho Estado da Para&iacute;ba. N&atilde;o chegariam: no povoado denominado Topada, o grupo foi emboscado pela Pol&iacute;cia e quatro revoltosos foram mortos, sendo o tenente Valdemar Lima o primeiro a cair.</font></p>
<p><font size="3">Dos revolucion&aacute;rios que escaparam, nunca mais se ouviria falar.</font></p>
<p> </font><strong><u><font face="Arial">
<p><font size="3">* Conde da Boa Vista</font></p>
<p> </font></u></strong><font face="Arial">
<p><font size="3">Francisco do Rego Barros (o Conde da Boa Vista) nasceu a 03 de fevereiro de 1802, no Engenho Trapiche, munic&iacute;pio do Cabo de Santo Agostinho. Militar e pol&iacute;tico, bacharelou-se em Matem&aacute;tica pela Universidade de Paris, Fran&ccedil;a. Foi eleito deputado-geral pela prov&iacute;ncia de Pernambuco em duas legislaturas: 1830/33 e 1850. </font></p>
<p><font size="3">Por carta imperial de 06 de abril de 1850, foi escolhido senador, cargo que ocupou por 20 anos. Por duas vezes, foi governador de Pernambuco: entre 1838/41 e entre 1841/44, cargo na &eacute;poca denominado presidente da prov&iacute;ncia.Ganhou do governo imperial os t&iacute;tulos de Bar&atilde;o da Boa Vista (1840), Visconde (1858) e Conde (1866).</font></p>
<p><font size="3">Foi, ainda, comandante superior da Guarda Nacional do munic&iacute;pio do Recife e em 1865 foi nomeado comandante das Armas da Prov&iacute;ncia do Rio Grande do Sul, cargo do qual pediu exonera&ccedil;&atilde;o no ano seguinte, para retornar a Pernambuco. Morreu no Recife, a 04 de outubro de 1870.</font></p>
<p> </font><strong><u><font face="Arial">
<p><font size="3">* Dantas Barreto</font></p>
<p> </font></u></strong><font face="Arial">
<p><font size="3">Militar, escritor e pol&iacute;tico, Em&iacute;dio Dantas Barreto nasceu na cidade de Bom Conselho, Agreste do Estado, a 22 de mar&ccedil;o de 1850. </font></p>
<p><font size="3">Aos 15 anos de idade, alistou-se no Corpo de Volunt&aacute;rios da P&aacute;tria e participou da Guerra do Paraguai, obtendo medalha por sua atua&ccedil;&atilde;o.</font></p>
<p><font size="3">Terminada a Guerra do Paraguai, voltou para o Brasil. Fez curso de artilharia da Escola Militar do Rio de Janeiro. Tomou parte na Campanha de Canudos, foi ministro da guerra de Hermes Fonseca. </font></p>
<p><font size="3">Sua carreira militar obedeceu a seguinte cronologia: foi tenente em 1879, capit&atilde;o em 1882, major em 1890, tenente-coronel em 1894 e general em 1906. Reformou-se em 1918.</font></p>
<p><font size="3">Como pol&iacute;tico, foi governador de Pernambuco (1911/1915) e senador pelo mesmo Estado entre 1916/1918.</font></p>
<p><font size="3">Cronista, romancista e autor teatral, colaborou na Revista Americana (RJ) e no Jornal do Commercio (RS). Autos dos seguintes livros:</font></p>
<p><font size="3">A Condessa Herm&iacute;nia, teatro (1883); Lucinda e Coleta, epis&oacute;dios da vida fluminense (1883); Margarida Nobre, romance (1886); A &Uacute;ltima Expedi&ccedil;&atilde;o de Canudos, hist&oacute;ria, (1898); Acidentes da Guerra &ndash; Opera&ccedil;&otilde;es de Canudos, hist&oacute;ria, (1915); Expedi&ccedil;&atilde;o de Mato Grosso &ndash; A revolu&ccedil;&atilde;o de 1906 (1907); Impress&otilde;es Militares (1910); A Destrui&ccedil;&atilde;o de Canudos, ensaio (1912); Discurso Pol&iacute;tico (1912); Conspira&ccedil;&otilde;es (1917).</font></p>
<p><font size="3">Morreu no Rio de Janeiro, a 08 de mar&ccedil;o de 1931.</font></p>
<p> </font><strong><u><font face="Arial">
<p><font size="3">* Gerv&aacute;sio Pires</font></p>
<p> </font></u></strong><font face="Arial">
<p><font size="3">Comerciante e pol&iacute;tico, nasceu no Recife, a 26-06-1765. Propriet&aacute;rio de uma grande casa comercial em Lisboa, retornou a Pernambuco em 1808, quando Portugal foi invadida pelos franceses. </font></p>
<p><font size="3">No Recife, continuou seus neg&oacute;cios e aderiu &agrave; Revolta Pernambucana de 1817, sendo eleito presidente do er&aacute;rio nacional da proclamada Rep&uacute;blica. </font></p>
<p><font size="3">Com a derrota do movimento revolucion&aacute;rio, foi preso e levado para a Bahia, onde permaneceu quatro anos na pris&atilde;o. Libertado em 1820, voltou a Pernambuco. </font></p>
<p><font size="3">Em 1821, torna-se o primeiro presidente constitucional surgido no Brasil, depois que os pernambucanos derrubaram do poder o governador Lu&iacute;s do Rego Barros (um truculento portugu&ecirc;s que assumira ap&oacute;s a revolta de 1817), decretaram a independ&ecirc;ncia de Pernambuco e elegeram uma junta governativa democr&aacute;tica e independente, atrav&eacute;s do ato que foi batizado de Conven&ccedil;&atilde;o de Beberibe. </font></p>
<p><font size="3">A junta provis&oacute;ria de governo era independente de Lisboa apenas de fato e n&atilde;o de direito e, em 1822, Gerv&aacute;sio Pires &eacute; deposto, preso e remetido para a Bahia e, em seguida, para Lisboa. </font></p>
<p><font size="3">Em 1823, &eacute; posto em liberdade, retorna ao Brasil e elege-se deputado por Pernambuco nas duas primeiras legislaturas do Imp&eacute;rio. No Parlamento, integrou a comiss&atilde;o especial que analisou a demiss&atilde;o da reg&ecirc;ncia trina. Depois, foi, por v&aacute;rios anos, conselheiro do governo de Pernambuco</font></p>
<p> </font><strong><u><font face="Arial">
<p><font size="3">* Herculano Bandeira</font></p>
<p> </font></u></strong><font face="Arial">
<p><font size="3">Pol&iacute;tico, Herculano Bandeira de Melo nasceu em Nazar&eacute; da Mata, a 23 de mar&ccedil;o de 1850. Integrante do Partido Conservador (PCI), foi deputado provincial entre 1871/1877, constituinte em 1891 e deputado federal por tr&ecirc;s ocasi&otilde;es: 1895/1897, 1897/1900 e 1900/1901. </font></p>
<p><font size="3">Senador entre 1901/1908 e governador de Pernambuco entre 1908/1911.Servidor p&uacute;blico, advogado e magistrado, foi juiz substituto em Nazar&eacute; em 1888. </font></p>
<p><font size="3">Morreu no Recife, a 19 de mar&ccedil;o de 1916. </font></p>
<p> </font><strong><u><font face="Arial">
<p><font size="3">*Marques de Olinda</font></p>
<p> </font></u></strong><font face="Arial">
<p><font size="3">Pol&iacute;tico, Pedro de Ara&uacute;jo Lima, o Marqu&ecirc;s de Olinda, nasceu em Serinha&eacute;m a 22-12-1793. Em Portugal, representou Pernambuco, em 1821, como deputado &agrave; Corte de Lisboa. </font></p>
<p><font size="3">De volta ao Brasil, elegeu-se deputado constituinte (RJ) em 1823. De 1827 a 1837, foi deputado em v&aacute;rias legislaturas, ocupando por duas vezes a presid&ecirc;ncia da C&acirc;mara. </font></p>
<p><font size="3">Senador em 1837, Ministro do Imp&eacute;rio em v&aacute;rias ocasi&otilde;es (1823, 1827, 1832, 1837), presidiu por quatro vezes o Conselho de Ministros.</font></p>
<p><font size="3">Foi, tamb&eacute;m, regente do Imp&eacute;rio, no per&iacute;odo entre 1837 e 1840, passando o poder para D. Pedro II declarado maior de idade pela Assembl&eacute;ia Legislativa. Em 1841, voltou a ocupar sua cadeira no Senado. Em 1862, presidiu o Gabinete dos Velhos e em 1865 chefiou o Gabinete das &Aacute;guias. </font></p>
<p><font size="3">Morreu no Rio de Janeiro, a 07-10-1870.</font></p>
<p> </font><strong><u><font face="Arial">
<p><font size="3">* Padre Carapuceiro</font></p>
<p> </font></u></strong><font face="Arial">
<p><font size="3">Jornalista, religioso e pol&iacute;tico, Miguel do Sacramento Lopes Gama, ou Padre Carapuceiro, nasceu no Recife, a 29 de setembro de 1791. Entrou para o Mosteiro de S&atilde;o Bento (Olinda) em 1805; depois transferiu-se para a Bahia onde recebeu as ordens religiosas e, em seguida, retornou a Pernambuco. </font></p>
<p><font size="3">Professor de Ret&oacute;rica no Semin&aacute;rio de Olinda (1817); redator do Di&aacute;rio do Governo (1823); diretor da Tipografia Nacional (1824); vice-diretor dos cursos jur&iacute;dicos de Olinda (1840). </font></p>
<p><font size="3">Eleito deputado &agrave; Assembl&eacute;ia Provincial de Pernambuco, elege-se em 1852 representante da prov&iacute;ncia de Alagoas ao Parlamento Nacional. Publicou v&aacute;rios livros, entre os quais &quot;Li&ccedil;&otilde;es de Eloq&uuml;&ecirc;ncia Nacional&quot; (RJ, 1846) e &quot;Observa&ccedil;&otilde;es Cr&iacute;ticas sobre o Romance do Senhor Eugenio Sue, o Judeu Errante&quot; (PE, 1850). Fundador do jornal O Carapuceiro (1832). </font></p>
<p><font size="3">Morreu a 09 de dezembro de 1852.</font></p>
<p> </font>
</p>
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		<title>PERNAMBUCO - FENOMENOS NATURAIS</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 05:16:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luizherman</dc:creator>
		
	<category>Noticias</category>
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AVAN&#199;O DO MAR
 
Atinge toda a orla da cidade de Olinda. Os primeiros ataques pelo mar datam de 1925, quando quarteir&#245;es inteiros do bairro dos Milagres, Farol, Carmo e S&#227;o Francisco foram tragados pelo mar. Na d&#233;cada de 1950, metade da Avenida Jos&#233; Soriano (hoje inexistente), no Carmo, foi complemente tragada num curto prazo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">AVAN&Ccedil;O DO MAR</font></p>
<p> </strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">Atinge toda a orla da cidade de Olinda. Os primeiros ataques pelo mar datam de 1925, quando quarteir&otilde;es inteiros do bairro dos Milagres, Farol, Carmo e S&atilde;o Francisco foram tragados pelo mar. Na d&eacute;cada de 1950, metade da Avenida Jos&eacute; Soriano (hoje inexistente), no Carmo, foi complemente tragada num curto prazo de seis meses. </font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">Para impedir o avan&ccedil;o do mar na cidade, o primeiro passo foi dado em 1956, quando o governo federal come&ccedil;ou a estudar a instala&ccedil;&atilde;o de um cais semi-submerso. A obra arrastou-se ao longo dos anos, at&eacute; que os diques alcan&ccedil;aram a divisa de Olinda com a cidade de Paulista. </font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">Segundo os pesquisadores, o avan&ccedil;o do mar tem as seguintes causas: as ondas em Olinda quebram ligeiramente inclinadas; os rios da cidade (Beberibe e Doce) n&atilde;o t&ecirc;m descarga s&oacute;lida (areia e outros materiais) para realimentar a praia; altera&ccedil;&otilde;es das correntes, provocadas pela constru&ccedil;&atilde;o do Porto do Recife.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"></font></p>
<p> <strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">GRANDES ENCHENTES</font></p>
<p> </strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">O per&iacute;odo das grandes enchentes em Pernambuco tem sido de junho a agosto. Entre os meses de janeiro e fevereiro s&oacute; h&aacute; registros, em toda a Hist&oacute;ria, de duas pequenas inunda&ccedil;&otilde;es. E assim mesmo restritas a algumas &aacute;reas do Recife. Acompanhe aqui todas as enchentes que j&aacute; castigaram o Estado. </font></p>
<p> <strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1632</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - A 28 de janeiro, ocorre a primeira enchente de que se tem not&iacute;cia no Recife, &quot;causando perdas de muitas casas e vivandeiros estabelecidos &agrave;s margens do Rio Capibaribe&quot;.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1638</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Maur&iacute;cio de Nassau manda construir a primeira barragem no leito do Rio Capibaribe para proteger o Recife das enchentes: foi o Dique de Afogados, que tinha mais de 2 km e hoje &eacute; uma rua do Recife, a Imperial.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1824</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Entre fevereiro e abril, nova enchente atinge o Recife.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1842</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Junho. Enchente atinge o Recife, derrubando v&aacute;rias casas. Pontes desabaram; trens sa&iacute;ram dos trilhos; milhares de pessoas ficaram desabrigadas. Foi a primeira enchente de grandes propor&ccedil;&otilde;es do Rio Capibaribe.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1854</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Foi a maior enchente do s&eacute;culo. Durou 72 horas, atingindo todos os bairros do Recife. Derrubou a muralha que guarnecia a Rua da Aurora; parte do cais da Casa de deten&ccedil;&atilde;o veio abaixo; a cidade ficou sem comunica&ccedil;&otilde;es com o interior; no Porto do Recife, os navios foram atirados uns contra os outros.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1862</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Nova enchente castiga o Recife.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1869</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Grande enchente destr&oacute;i as pontes da Torre, Rem&eacute;dios e Barbalho, e rompe os aterros da via f&eacute;rrea do Recife. Foi a maior enchente at&eacute; ent&atilde;o, tendo o imperador Pedro II determinado que o engenheiro Rafael Arcanjo Galv&atilde;o viesse a Pernambuco &quot;estudar o problema&quot;.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1870</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - A 16 de Julho, o bacharel em matem&aacute;tica e ci&ecirc;ncias f&iacute;sicas Jos&eacute; Tib&uacute;rcio Pereira de Magalh&atilde;es, diretor de Obras e Fiscaliza&ccedil;&atilde;o do Servi&ccedil;o P&uacute;blico do Estado, sugere ao governo imperial a constru&ccedil;&atilde;o de uma s&eacute;rie de barragens nos principais afluentes do Rio Capibaribe, para evitar cheias no Recife.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1884</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Outra enchente atinge o Recife.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1894</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Em junho, enchente atinge todos os sub&uacute;rbios recifenses situados &agrave;s margens do Rio Capibaribe.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1899</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - 01 de Julho. V&aacute;rios bairros do Recife foram inundados por cheia do Rio Capibaribe. No munic&iacute;pio de Vit&oacute;ria de Santo Ant&atilde;o, desaba o segundo encontro da ponte sobre o Rio Itapicuru.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1914</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Outra enchente desaba sobre o Recife, deixando v&aacute;rios mortos.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1920</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - A 14 de Abril, grande enchente deixa Recife isolada do resto do Estado, durante tr&ecirc;s dias. Postes foram derrubados; linhas telegr&aacute;ficas interrompidas; trens paralisados; pontes vieram abaixo, entre elas a da Torre. Os bairros de Caxang&aacute;, Cordeiro, V&aacute;rzea e Iputinga ficaram totalmente isolados do resto da cidade.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1924</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Nova enchente deixa os bairros da Ilha do Leite, Santo Amaro, Afogados, Dois Irm&atilde;os, Apipucos, Torre, Zumbi e Cordeiro complemente submersos. O pr&eacute;dio do Servi&ccedil;o de Sa&uacute;de e Assist&ecirc;ncia desabou e as obras do Quartel do derby sofreram grandes preju&iacute;zos.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1960</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Nova enchente do Rio Capibaribe castiga o Recife.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1961</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Enchente deixa 2 mil pessoas desabrigadas no Recife.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1965</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Outra enchente castiga o Recife. Os bairros de Caxang&aacute;, Iputinga, Zumbi e Bongi ficaram complemente inundados. Nas &aacute;reas mais pr&oacute;ximas ao Rio Capibaribe, a &aacute;gua cobriu o telhado das casas.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1966</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Enchente catastr&oacute;fica provocada pelo Rio Capibaribe, com a &aacute;gua atingindo mais de 2 metros de altura, nas &aacute;reas mais baixas do Recife. Em poucas horas, toda a extens&atilde;o da Av. Caxang&aacute; foi transformada num grande rio. Na capital e interior, mais de 10 mil casas (a maioria mocambos) foram destru&iacute;das e outras 30 mil sofreram danos, como paredes derrubadas. Morreram 175 pessoas e mais de 10 mil ficaram desabrigadas. O n&iacute;vel do Rio Capibaribe subiu 9,20 metros al&eacute;m do n&iacute;vel normal. O presidente da Rep&uacute;blica, marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, veio ao Recife verificar os danos causados.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1967</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - A Sudene apresenta relat&oacute;rio de uma comiss&atilde;o de t&eacute;cnicos, constitu&iacute;da logo ap&oacute;s a enchente de </font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1966</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Para encontrar solu&ccedil;&otilde;es para o problema. O relat&oacute;rio sugere a constru&ccedil;&atilde;o de barragens nos seus principais afluentes e no pr&oacute;prio Rio Capibaribe, que &eacute; a mesma sugest&atilde;o apresentada quase um s&eacute;culo antes pelo engenheiro Jos&eacute; Tib&uacute;rcio.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1970</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Ocorrem duas enchentes em Pernambuco. Em Julho, as &aacute;guas atingem a zona da Mata Sul e o Agreste do Estado, por conta do transbordamento dos rios Una, Ipojuca, Formoso, Tapacur&aacute;, Pirapama, Gurja&uacute;, Amaraji e outros. A cidade que mais sofreu foi o Cabo, que teve 04 dos seus 05 hospitais inundados e v&aacute;rias ind&uacute;strias pararam suas atividades. No Recife, as &aacute;guas da Capibaribe causaram grande destrui&ccedil;&atilde;o. Na capital e interior, 500 mil pessoas foram atingidas e 150 morreram; 1.266 casas foram destru&iacute;das em 28 cidades. S&oacute; no Recife, 50 mil pessoas ficaram desabrigadas.</font></p>
<p> </strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">Em Agosto, nova cheia atinge o Recife e Olinda, desta vez provocada pelo Rio Beberibe. Em Olinda, 5 mil pessoas ficaram desabrigadas e foi decretado estado de calamidade p&uacute;blica.</font></p>
<p> <strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1973</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Material de propaganda da Secretaria de Obras do governo do Estado anuncia, em letras garrafais, que a Barragem de Tapacur&aacute;, inaugurada naquele ano, era solu&ccedil;&atilde;o definitiva para dois graves problemas que afetavam o Recife: abastecimento de &aacute;gua da popula&ccedil;&atilde;o e &quot;o fim&quot; das enchentes no Recife.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1974</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Outra enchente atinge o Recife. A Comiss&atilde;o de Defesa Civil, que tinha previs&atilde;o do avan&ccedil;o das &aacute;guas, retirou a tempo a popula&ccedil;&atilde;o das &aacute;rea ribeirinhas. Em S&atilde;o Louren&ccedil;o da Mata, uma ponte ficou parcialmente destru&iacute;da e a popula&ccedil;&atilde;o isolada. No munic&iacute;pio de Macaparana, 20 pessoas morreram, por conta do transbordamento do riacho Ti&uacute;ma.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1975</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Considerada a maior calamidade do s&eacute;culo, esta enchente ocorreu entre os dias 17 e 18 de Julho, deixando 80% da cidade do Recife sob as &aacute;guas. Outros 25 munic&iacute;pios da bacia do Capibaribe tamb&eacute;m foram atingidos. Morreram 107 pessoas e outras 350 mil ficaram desabrigadas. </font></p>
<p> </strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">Na capital e interior, 1.000 km de ferrovias foram destru&iacute;dos, pontes desabaram, casas foram arrastadas pelas &aacute;guas. S&oacute; no Recife, 31 bairros, 370 ruas e pra&ccedil;as ficaram submersos; 40% dos postos de gasolina da cidade foram inundados; o sistema de energia el&eacute;trica foi cortado em 70% da &aacute;rea do munic&iacute;pio; quase todos os hospitais recifenses ficaram inundados, tendo o dep&oacute;sito de alimentos do Hospital Pedro II. sido saqueado. Por terra, o Recife ficou isolada do resto do Pa&iacute;s durante dois dias. </font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">O governador Moura Cavalcanti decretou estado de calamidade p&uacute;blica na capital e em 09 munic&iacute;pios do interior. O presidente da Rep&uacute;blica, em cadeia nacional de televis&atilde;o, anunciou medidas para socorrer as cidades pernambucanas atingidas. No Recife, a cheia atingiu seu ponto culminante &agrave;s 04 da madrugada do dia 18. </font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">Na manh&atilde; do dia 21, quando as &aacute;guas baixaram e a popula&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ava retomar a vida, o p&acirc;nico tomou conta das ruas do Recife, em decorr&ecirc;ncia de um boato de que a Barragem de Tapacur&aacute; havia estourado e que a cidade seria arrasada. </font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">Tudo ocorreu &agrave;s 10 horas: de repente, a multid&atilde;o corria de um lado para outro sem saber aonde ir; mulheres desmaiavam; os carros n&atilde;o respeitavam sinais nem contra-m&atilde;o; guardas de tr&acirc;nsito abandonavam seus postos; v&aacute;rias pessoas foram atropeladas; bancos, casas comerciais e a ag&ecirc;ncia central dos Correios fecharam as portas; no Hospital Bar&atilde;o de Lucena v&aacute;rias pessoas pularam do primeiro andar; enquanto o boato se espalhava de boca em boca. </font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">No Pal&aacute;cio do Governo, ao saber do que estava acontecendo, o governador Moura Cavalcanti comentou: &quot;Agora n&atilde;o &eacute; mais trag&eacute;dia, agora &eacute; mortandade&quot;. As emissoras de r&aacute;dio passaram imediatamente a divulgar insistentes desmentidos. A Pol&iacute;cia Militar divulgou nota oficial informando que prenderia quem fosse flagrado repetindo o alarme. </font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">A Pol&iacute;cia Federal anunciou que estava investigando a origem (nunca descoberta) do boato. O p&acirc;nico durou cerca de duas horas, mas seu momento de maior intensidade teve cerca de 30 minutos. Mais de 100 pessoas foram atendidas nos servi&ccedil;os de emerg&ecirc;ncia dos hospitais. </font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">Passado o p&acirc;nico, t&eacute;cnicos da Companhia de Abastecimento de &Aacute;gua informaram que um rompimento da Barragem de Tapacur&aacute; (que tem capacidade para 94 milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos de &aacute;gua e nada sofrera com a enchente) traria conseq&uuml;&ecirc;ncias imprevis&iacute;veis para a cidade do Recife.</font></p>
<p> <strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1977 - </font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">A 01 de Maio, nova enchente do Rio Capibaribe deixa 16 bairros do Recife embaixo d&#39;&aacute;gua. Olinda e outras 15 cidades do interior do Estado tamb&eacute;m foram atingidas. Mais de 15 mil pessoas ficaram desabrigadas e s&oacute; n&atilde;o foram registradas mortes porque a popula&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas ribeirinhas foram retiradas 24 horas antes. S&atilde;o Louren&ccedil;o da Mata foi o munic&iacute;pio mais atingido. Em Limoeiro, houve desabamento de ponte.</font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">1978</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - A 29 de Maio, o presidente da Rep&uacute;blica, Ernesto Geisel, vem ao Recife inaugurar a Barragem de Carpina, constru&iacute;da para conter as enchentes do Rio Capibaribe. Com 950 metros de comprimento, 42 metros de altura, a barragem tem capacidade para armazenar 295 milh&otilde;es de m3 de &aacute;gua e fica a maior parte do ano seca, s&oacute; enchendo no per&iacute;odo chuvoso. </font></p>
<p> </strong><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">2000</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Entre os dias 30 de julho e 01 de agosto, fortes chuvas castigaram o Estado, inclusive a Regi&atilde;o Metropolitana do Recife, deixando um total de 22 mortos, 100 feridos e mais de 60 mil pessoas desabrigadas. Cidades foram parcialmente destru&iacute;das, tendo &aacute;s &aacute;guas que transbodaram dos rios levado pontes e casas. </font></p>
<p> </strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">As chuvas foram anunciadas com 40 dias de anteced&ecirc;ncia pelos servi&ccedil;os de meteorologia, mas as autoridades governamentais deram pouca import&acirc;ncia &agrave; previs&atilde;o. As chuvas atingiram 300 mil&iacute;metros em apenas tr&ecirc;s dias e s&oacute; na RMR aconteceram 102 deslizamentos de barreiras. No munic&iacute;pio de Bel&eacute;m de Maria, com 15 mil habitantes, 450 casas foram arrastadas pelas &aacute;guas. </font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">O centro de Palmares ficou complemente debaixo de &aacute;gua e em Barreiros a &aacute;gua atingiu o teto do hospital da cidade. Dos 33 munic&iacute;pios seriamente atingidos, em 16 foi decretado estado de emerg&ecirc;ncia e em 17 estado de calamidade p&uacute;blica, entre os quais Rio Formoso, Gameleira, Bel&eacute;m de Maria, Goiana, Cupira e S&atilde;o Jos&eacute; da Coroa Grande. </font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">O presidente da Rep&uacute;blica, Fernando Henrique Cardoso, veio a Pernambuco observar de perto os efeitos da calamidade e, dias depois, autorizou a libera&ccedil;&atilde;o de apenas 30% dos R$ 129 milh&otilde;es que, segundo levantamenteo do governo do Estado, seriam os recursos emergenciais necess&aacute;rios para recupera&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas atingidas. </font></p>
<p> <strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">2004</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> - Fortes chuvas entre 08 de janeiro 02 de fevereiro de 2004 castigam todas as regi&otilde;es do Estado, deixando 36 mortos e cerca de 20 mil pessoas desabrigadas. As chuvas (jamais registradas entre os dois primeiros meses do ano) foram provocadas por fen&ocirc;menos at&iacute;picos (frente fria e outros) e destru&iacute;ram pontes e estradas, a&ccedil;udes romperam, casas desabaram, popula&ccedil;&otilde;es inteiras ficaram ilhadas. </font></p>
<p> </strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">Treze cidades ficaram em estado de calamidade p&uacute;blica e 76 em estado de emerg&ecirc;ncia. Petrolina, no sert&atilde;o do S&atilde;o Francisco, ficou v&aacute;rios dias isolada, depois que as &aacute;guas levaram a estrada de acesso &agrave; cidade. Todos os a&ccedil;udes e barragens do Sert&atilde;o e Agreste transbordaram, inclusive a gigantesca Barragem de Jucazinho, em Surubim. De acordo com levantamento do governo estadual, os preju&iacute;zos em todo o Estado chegaram a R$ 54 milh&otilde;es.</font></p>
<p> <strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">2005</font><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3"> &ndash; Entre os dias 30 de maio e 02 de junho, fortes chuvas provocaram enchentes em 25 cidades do Agreste, Zona da Mata e Litoral pernambucanos, deixando 36 mortos e mais de 30 mil pessoas desabrigadas. </font></p>
<p> </strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">Cerca de 07 (sete) mil casas foram parcialmente ou totalmente destru&iacute;das; 40 pontes foram danificadas; 11 rodovias estaduais foram atingidas, sendo que sete delas ficaram interditadas; a &aacute;gua inundou ruas centrais, hospitais, escolas e casas comerciais de v&aacute;rias cidades, provocando enormes preju&iacute;zos materiais. </font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">Pouco mais de 30 mil estudantes da rede estadual de ensino ficaram v&aacute;rios dias sem aulas, porque em todas as cidades atingidas 93 escolas foram danificadas e outras 11 foram transformadas em abrigos para os desabrigados.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">As cidades mais atingidas: Moreno, Vit&oacute;ria de Santo Ant&atilde;o, Jaboat&atilde;o, Nazar&eacute; da Mata, Pombos, Ribeir&atilde;o, Cabo e Escada. O munic&iacute;pio que teve o maior n&uacute;mero de casas destru&iacute;das ou parcialmente danificadas foi Vit&oacute;ria: 5 (cinco) mil casas.</font></p>
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		<title>PERNAMBUCO - Curiosidades</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 05:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luizherman</dc:creator>
		
	<category>Curiosidades</category>
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		<description><![CDATA[
PRIMEIRO TELEFONE
 
A telefonia em Pernambuco teve in&#237;cio a 27 de abril de 1882, com a instala&#231;&#227;o, no Recife, do primeiro telefone: ligando o pal&#225;cio da presid&#234;ncia da prov&#237;ncia &#224; Secretaria de Pol&#237;cia. A respons&#225;vel pela instala&#231;&#227;o foi a Empresa Telef&#244;nica Bourgard, de Jos&#233; Leopoldo Bourgard, primeiro concession&#225;rio dos servi&#231;os telef&#244;nicos no Estado.
 
&#193;GUA E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">PRIMEIRO TELEFONE</font></p>
<p> </strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">A telefonia em Pernambuco teve in&iacute;cio a 27 de abril de 1882, com a instala&ccedil;&atilde;o, no Recife, do primeiro telefone: ligando o pal&aacute;cio da presid&ecirc;ncia da prov&iacute;ncia &agrave; Secretaria de Pol&iacute;cia. A respons&aacute;vel pela instala&ccedil;&atilde;o foi a Empresa Telef&ocirc;nica Bourgard, de Jos&eacute; Leopoldo Bourgard, primeiro concession&aacute;rio dos servi&ccedil;os telef&ocirc;nicos no Estado.</font></p>
<p> <strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">&Aacute;GUA E ESGOTO</font></p>
<p> </strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">O primeiro sistema de abastecimento de &aacute;gua do Recife foi implantado em 1837, a partir do A&ccedil;ude de Apipucos, atrav&eacute;s da Companhia de Beberibe. J&aacute; o primeiro sistema de esgotos surgiu em 1868, instalado pela Recife Draynage Company Limited. Atualmente, esses dois servi&ccedil;os s&atilde;o administrados pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), do governo do Estado.</font></p>
<p> <strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">PIONEIRISMO</font></p>
<p> </strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">- O introdutor do uso de &eacute;ter no Brasil foi o m&eacute;dico pernambucano Daniel Oliveira Barros de Almeida, que tamb&eacute;m organizou o primeiro fich&aacute;rio de anestesia no continente americano.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">- O primeiro cardeal do Brasil foi o pernambucano Cardeal Arcoverde.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">- O autor do primeiro comp&ecirc;ndio brasileiro de teoria e pr&aacute;tica do processo civil comparado com o comercial foi o pernambucano Francisco de Paula Baptista.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">- Um dos primeiros engenheiros calculistas da estrada Rio-Niter&oacute;i foi o pernambucano Joaquim Cardozo, que, ali&aacute;s, tamb&eacute;m calculou Bras&iacute;lia.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">- O criador e mais importante autor do moderno teatro brasileiro foi o recifense Nelson Rodrigues.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">- A mais antiga igreja do Brasil, a dos Santos Cosme e Dami&atilde;o, est&aacute; no munic&iacute;pio pernambucano de Igarassu.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">- O poeta recifense Solano Trindade, fundador do Teatro Popular Brasileiro, &eacute; considerado o criador da poesia verdadeiramente negra do Brasil.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">- Os primeiros estudos sobre a Costa brasileira foram realizados pelo pernambucano Manuel Ant&ocirc;nio Vital de Oliveira, hidr&oacute;grafo-padr&atilde;o da Marinha do Brasil.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">- A primeira com&eacute;dia escrita por um brasileiro (representada em teatro, em 1780) &eacute; de autoria do pernambucano Lu&iacute;s Alves Pinto.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">- Diretor da Biblioteca Nacional entre 1900 e 1924, o pernambucano Manuel C&iacute;cero Peregrino da Silva foi pioneiro no Brasil em planejamento de documenta&ccedil;&atilde;o bibliogr&aacute;fica e na forma&ccedil;&atilde;o de bibliotec&aacute;rios.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">- O pioneiro da comunica&ccedil;&atilde;o visual no Brasil foi o pernambucano Alo&iacute;sio Magalh&atilde;es.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">- Quem estabeleceu os primeiros contatos amig&aacute;veis com os &iacute;ndios Xavantes foi o sertanista Francisco Meireles, pernambucano.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">- O introdutor, no Brasil, dos m&eacute;todos da chamada Escola Nova (1900) foi o pernambucano Ant&ocirc;nio Carneiro Le&atilde;o.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">- O autor de &quot;Hist&oacute;ria Sincera da Rep&uacute;blica&quot;, marco da historiografia marxista no Brasil, &eacute; o pernambucano Le&ocirc;ncio Basbaum.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">- A primeira Assembl&eacute;ia Legislativa da Am&eacute;rica do Sul foi criada em Pernambuco (Dom&iacute;nio Holand&ecirc;s).</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">- Autor do livro &quot;Casa Grande &amp; Senzala&quot;, o escritor pernambucano Gilberto Freyre &eacute; considerado o pai da sociologia brasileira.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">- O criador do primeiro mural de arte abstrata da Am&eacute;rica Latina foi o pintor pernambucano C&iacute;cero Dias.</font></p>
<p> <strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">ZEPPELIN NO RECIFE</font></p>
<p> </strong><br />
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">O dirig&iacute;vel alem&atilde;o, que media 235 metros de comprimento, chegou a uma velocidade espantosa para uma aeronave do seu porte: 110 quil&ocirc;metros por hora. Sua miss&atilde;o era estabelecer o tempo que os dirig&iacute;veis levariam para se deslocar da Europa Central at&eacute; o Brasil, a fim de determinar sua viabilidade econ&ocirc;mica como transporte de cargas.</p>
<p> E, quando o &quot;Graf Zeppelin&quot; atracou no Recife, o sucesso foi comemorado: a travessia do Atl&acirc;ntico foi feita em tempo recorde (tr&ecirc;s dias) e a cidade, local do primeiro pouso, parou diante do espet&aacute;culo.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">Tudo aconteceu numa quinta-feira, 22 de maio de 1930, ao mesmo tempo em que no Rio de Janeiro o Congresso Nacional proclamava eleito o presidente da Rep&uacute;blica, J&uacute;lio Prestes. Mas os jornais de Pernambuco s&oacute; estamparam em suas primeiras p&aacute;ginas um &uacute;nico assunto: a chegada do dirig&iacute;vel, ocorrida exatamente &agrave;s 18h35m.</p>
<p> A recep&ccedil;&atilde;o ao Zeppelin, que havia deixado a base de Friedrichshaven, na Alemanha, &agrave;s 17h do dia 18 de maio, foi minunciosamente preparada pelas autoridades governamentais.</p>
<p> O prefeito do Recife decretou feriado municipal. O governador de Pernambuco, Est&aacute;cio Coimbra, sancionou um extenso decreto estabelecendo como os recifenses deveriam se comportar no dia da chegada do &quot;grande navio a&eacute;reo&quot;, decreto este que regulamentava at&eacute; mesmo &quot;o tr&aacute;fego de ve&iacute;culos e pedestres na cidade&quot;.</p>
<p> Para atender a multid&atilde;o que pagou tr&ecirc;s mil contos de r&eacute;is pelo acesso ao Campo do Jiqui&aacute;, constru&iacute;do especialmente para o pouso, a Great Western colocou v&aacute;rios trens extras, e 1.010 policiais trabalharam no local.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">O grande interesse pela chegada do &quot;Graf Zeppelin&quot; ao Recife tinha uma justificativa: aquela era a primeira vez que o dirig&iacute;vel atracava n&atilde;o s&oacute; no Brasil, como tamb&eacute;m na Am&eacute;rica do Sul.</p>
<p> Al&eacute;m disso, o dirig&iacute;vel, criado no final do s&eacute;culo anterior pelo engenheiro alem&atilde;o Ferdinand von Zeppelin, era o que havia de mais avan&ccedil;ado em tecnologia de grandes aeronaves mais leves do que o ar. Equipado com cinco motores Maybach de 530 HP cada, tinha capacidade para transportar nove toneladas de carga, 20 passageiros e 26 tripulantes.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">Os Zeppelins eram aer&oacute;statas dirig&iacute;veis, de tipo r&iacute;gido, e, entre 1904 e 1914, foram constru&iacute;dos na Alemanha 25 aparelhos de grande porte, o que deu &agrave;quele pa&iacute;s a lideran&ccedil;a mundial na tecnologia de aeronaves mais leves do que o ar.</p>
<p> O ex&eacute;rcito e a marinha alem&atilde;es compraram alguns desses dirig&iacute;veis e os outros foram usados por empresas a&eacute;reas para transporte a longas dist&acirc;ncias. Dois ficaram mundialmente famosos: o &quot;Hindenburg&quot;, conclu&iacute;do em 1936, e o &quot;Graf Zeppelin&quot;, que fez a primeira viagem ao Brasil.</p>
<p> Os dirig&iacute;veis alem&atilde;es eram considerados t&atilde;o confort&aacute;veis quanto um transatl&acirc;ntico. Sua carca&ccedil;a era de alum&iacute;nio, em forma de cilindro, revestida interiormente de um tecido de seda envernizada, onde ficavam os camarotes da tripula&ccedil;&atilde;o e as instala&ccedil;&otilde;es para passageiros e cargas.</p>
<p> Suas dimens&otilde;es variavam de acordo com a capacidade de transporte do aparelho que era cheio de bols&otilde;es de hidrog&ecirc;nio, altamente inflam&aacute;vel. O g&aacute;s, menos denso que a atmosfera, permitia ao dirig&iacute;vel se deslocar sem consumir combust&iacute;vel.</font></p>
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">O dirig&iacute;vel que veio ao Recife tinha 235 metros de comprimento, 33,5 metros de altura e 30,5 metros de di&acirc;metro. Sua for&ccedil;a de eleva&ccedil;&atilde;o era de 129 toneladas e as instala&ccedil;&otilde;es para passageiros eram compostas de dez camarotes com duas camas cada, sala de jantar e de recreio e banheiros.</p>
<p> Voava a uma altura de 150 a 200 metros, com velocidade m&aacute;xima de 130 km/hora. Depois do primeiro pouso, o &quot;Graf Zeppelin&quot; fez v&aacute;rias viagens ligando o Brasil &agrave; Europa, passando quinzenalmente pelo Recife.</font></p>
<p align="justify"><font size="3"><font face="arial,helvetica,sans-serif">Como as mais de cem aeronaves do seu tipo que na d&eacute;cada de 1930 circulavam por v&aacute;rias partes do mundo, o &quot;Graf Zeppelin&quot; foi retirado de uso depois que o &quot;Hindenbrg&quot;, atingido por um raio, explodiu no ar, em maio de 1937, nos Estados Unidos, matando 37 pessoas.</p>
<p> Estava encerrada a carreira do grande dirig&iacute;vel que, ao pousar no Recife, foi assim aclamado pelo Jornal Pequeno: &quot;Ningu&eacute;m mais tem d&uacute;vida de que ele ser&aacute;, no futuro, o meio preferido, principalmente pela seguran&ccedil;a, para o</font> com<font face="Arial">&eacute;</font>rcio entre os povos dos continentes&quot;.</font></p>
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		<title>PERSONAGEM PERNAMBUCANO</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 07:24:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luizherman</dc:creator>
		
	<category>Noticias</category>
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		<description><![CDATA[FRANCISCO BRENNAND &#34;Mestre dos Sonhos&#34;
Francisco de Paula Coimbra de Almeida Brennand nasceu a 11 de junho de 1927,&#160; na cidade do Recife, capital do Estado de Pernambuco.
Em novembro de 1971, o artista come&#231;ou a reconstruir a velha Cer&#226;mica S&#227;o Jo&#227;o da V&#225;rzea, fundada pelo seu pai em 1917. Esse conjunto, encontrado em ru&#237;nas, deu in&#237;cio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="3"><strong>FRANCISCO BRENNAND</strong><br /> &quot;Mestre dos Sonhos&quot;</font></p>
<p><font size="3">Francisco de Paula Coimbra de Almeida Brennand nasceu a 11 de junho de 1927,&nbsp; na cidade do Recife, capital do Estado de Pernambuco.</font></p>
<p><font size="3">Em novembro de 1971, o artista come&ccedil;ou a reconstruir a velha Cer&acirc;mica S&atilde;o Jo&atilde;o da V&aacute;rzea, fundada pelo seu pai em 1917. Esse conjunto, encontrado em ru&iacute;nas, deu in&iacute;cio a um colossal projeto de esculturas cer&acirc;micas que deveriam povoar os espa&ccedil;os internos e externos do ambiente.</font></p>
<p><font size="3">Hoje, ap&oacute;s mais de 34 anos de trabalho intenso e obsessivo, confrontamo-nos com esse complexo escult&oacute;rico, cujo significado d&aacute; relevo a um sentido cosmog&ocirc;nico e, ao mesmo tempo, vision&aacute;rio de Francisco Brennand. O escritor e arquiteto Fernando de Barros Borba define as caracter&iacute;sticas da arte brennandiana como poucos o fizeram.</font></p>
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